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Pai da Maria Virgína, jornalista,vascaíno e sincero.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Rapadura é doce, mas...

Já dizia aquele filosófo lá do Bar do Paulista: "Rapadura é doce, mas não é mole". Eta quinta-feira corrida.

4h30 - Eu e Márcia acordamos porque a Maria Virgínia estava febril. Passamos meia hora para conseguir tirar a tampa do remédio (já viram como essas embalagens de hoje foram feitas para dificultar a nossa vida, apesar da embalagem dizer o contrário). Consegui dormir às 5h15.

6h - Acordo com o barulho do despertador do celular programado para acordar a Márcia. Volto a dormir em seguida.

7h10 - Levando só o caco, devido a noite mal dormida.

7h50 - Chego ao Naturatins com minhas bolachas Mabel a tiracolo (medida para economizar grana).

13h - Encerra o expediente diário. Vou para casa almoçar e ver a Maria Virgínia.

13h45 - Parto para o segundo tempo no O Jornal. Antes deixo a Márcia no trabalho dela.

14h - Já estou firme no batente. A tarde promete, o legal é que minha cabeça não dói.

17h - A edição do jornal diário está a pleno vapor, quando sou chamado para uma conversa com o chefe. Caramba lá vem bronca! Que nada era só para acertar alguns detalhes e para me mandar produzir a última matéria do caderno especial sobre trabalho.

18h - Termino a tal matéria. Aproveito para ligar é pedir o jantar (um sanduíche), que vou pegar na hora que estiver indo embora.

18h10 - Junto com o diagramador finalizo o caderno especial. Acho que já posso ir embora, mas antes tenho que mostrar o material para o chefe. Ele parece ter gostado, pois só pediu para fazer uma pequena correção.

18h53 - Chego em casa. Lar doce lar. A patroa já está se preparando sua saída para a faculdade. Vai começar o terceiro turno. Missão: cuidar da Maria Virgínia (1 ano e 13 dias de peraltice).

19h30 - De banho tomado sento na companhia da pequena para jantar (lembra do sanduíche?confesso que não saciou a minha fome).

20h - É hora de deitar para ler a Veja (anti-Lula, diga-se de passagem) e "ouvir" o Jornal Nacional (até agora não acharam o padre dos balões). Tento ler, mas minha companheirinha insiste em não deixar. Chora, grita e chama a atenção. Não tem boneco do Bob Esponja que ajude.

20h15- Sinceramente não dá para continuar o texto. Ela quer dormir. Boa noite! Para ela claro, eu só vou dormir bem mais tarde.

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