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Pai da Maria Virgína, jornalista,vascaíno e sincero.

sábado, 24 de maio de 2008

Sempre mais, mas nunca satisfeito

Vinho me dá sono. Prefiro cerveja gelada, bebida que considero ideal para o clima quente de nosso Estado. Isso foi apenas um comentário despretensioso, não vou me ater a assuntos etílicos. Pois, considero que álcool deve ser bebido e não debatido.

O que me chamou a atenção nesse sábado (em que dormi a tarde toda) é a capacidade que o homem tem de nunca estar satisfeito com a vida que tem. Se possui 100, quer 1000. E por aí vai. Alguém pode dizer: “Mas a vida é assim mesmo, temos que estar sempre em busca de novas conquistas”. Discordo. Creio que um determinado nível de aquisições é o suficiente para vivermos felizes. Aqui relembro uma frase da qual gosto muito: “Ao morrer não se leva nada”. Filosofia de porta buteco? Pode ser, mas é a mais pura realidade!

As pessoas nunca estão satisfeitas com o “pouco” que essa vida oferece, e querem sempre mais. O lamentável é que muitas pessoas na busca por novas conquistas não estão nem aí se têm que passar por cima de seus semelhantes, em detrimento do sentimento alheio. Triste constatação.

No momento minha grande “ambição” é comprar meu primeiro carro. E isso já tem me causado inquietações. Novo ou usado? Eis a questão. Eu deveria estar feliz, pois é uma realidade bem palpável, só que isso tem me inquietado, sobretudo pelo meu total desconhecimento do mercado de compra e venda de automóveis.

Vai entender, estou prestes a comprar um carro e pareço insatisfeito. Coisas de quem estar sempre querendo mais?
PS. O bom do blog é o que você escreve o que bem entender. E ninguém tem nada com isso

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