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Pai da Maria Virgína, jornalista,vascaíno e sincero.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Sexta-feira e suas inquietações

Sexta-feira: Dia Mundial da Cerveja. Alguns sortudos que conseguiram ingressos gratuitos vão curtir o som folk de Renato Teixeira & Filhos. Outros mais abastados vão pular embalados pela música do baianos do Asa de Águia, que completa 20 anos de estrada. E eu? Ingressos free não consegui, pois cheguei atrasado para pegar no Salão do Livro. Chacoalhar na Graciosa nem pensar. O preço da entrada não foi muito convidativo. R$ 90,00, fora o de mulher (R$ 80,00)

Alguma sugestão? Abro mais uma lata de Antarctica e aumento o volume do áudio do computador que toca Exaltasamba. Talvez venha alguma inspiração. "Sexta não perco o Chilepe no Chopileque", lembro da frase que um colega gosta de dizer. Para mim não é muito animador, mesmo gostando de forró.

Quem sabe ler um livro? Ah não, hoje eu estou sem muita paciência!

E o bar da esquina? Putz como tem gente fumando. Eu quero é ar puro!

Maria Virgíniaaaaaaaaaaa, vamos brincar? Ela não está muito para gracinhas tipo: "Mostra a linguinha para o papai". Acho que é o calor.

Que bom, daqui a pouco tem o Globo Repórter. Me lembro que ultimamente a temática só tem sido meio ambiente. Nada contra, porém é bom diversificar.

Dormir às 20h30 nem pensar, meu corpo já se acostumou a só repousar após às 23h.

Quer saber? Eu vou é assistir o Jornal Nacional, mas como se a Maria Virgínia fica só mudando de canal. Mais um copo de cerveja gelada pra relaxar. Que falta faz uma TV por assinatura. Um dia eu chego lá.

Talvez tudo o que eu precise não esteja do portão pra fora, não esteja em um gole de cerveja, nem na TV. Talvez deitar e ficar sem fazer nada, possa ser o analgésico que eu tanto preciso. Acho que um momento introspecção resolverá minha inquietação. Isso, se o celular não tocar. Como tem gente que não gosta de deixar você quieto. Coisas de sexta-feira a noite. Muito o que fazer, sem tempo para fazer.

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